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7 coisas sobre a Ponte das Correntes em Budapeste

Ponte das Correntes em Budapeste

Quem vai à Budapeste sem dúvida nenhuma atravessará a Ponte das Correntes e muitas vezes não sabe nada a respeito além da informação de que ela une Buda a Peste, mas a ponte tem várias curiosidades que podem tornar a travessia bem mais interessante.

Nós aqui somos daqueles que cascavilhamos um bocado sobre as atrações que pretendemos visitar durante nossa viagens. Para nós, sabermos o máximo que pudermos sobre o lugar torna o passeio bem mais interessante porque entendemos os ‘porquês’ dos detalhes, os motivos de determinados elementos estarem ali e tantas outras informações que podem enriquecer a visita.

E quando fomos à Budapeste não foi diferente, escolhemos as atrações que queríamos visitar e fomos às pesquisas. Imprimi o material que resumi ao que mais nos interessava e fui lendo à medida que passávamos por cada lugar. E resolvi compartilhar  com vocês o que tinha sobra a linda e imponente Ponte das Correntes.

Ponte das Corrente em Budapeste

⇒ Leia também Budapeste: roteiro de 2 dias pela cidade

1 – Como surgiu a necessidade da construção

Um importante estadista húngaro – Széchenyi – não pôde comparecer ao funeral de seu pai porque o ferry que ligava as cidades de Buda e Peste não estava fazendo o trajeto por causa do mau tempo. Naquele dia ele resolveu que construiria uma ponte sobre o Rio Danúbio ligando as cidades.

2 – Quando foi inaugurada

A ponte foi inaugurada em 20 de novembro de 1849.

3 – Mudou de nome

A atual Ponte das Correntes, também conhecida na Hungria como Ponte Széchenyi Lánchíd ou Ponte Suspensa, recebeu o nome de Ponte das Cadeias quando foi inaugurada ou Chain como ainda hoje também é conhecida.

Recebeu esse nome por causa da robusta estrutura de ferro que forma correntes que a sustentam sendo um exemplo da engenharia da época.

O nome atual surgiu após uma reforma que se fez necessária pelo fato do movimento entre as cidades ter aumentado consideravelmente o que gerou a necessidade de reforçar a estrutura da ponte. Isso aconteceu entre 1913 e 1915.

4 – Características técnicas

São 5.200 toneladas de ferro distribuídos nos 380m de extensão por 14,8m de largura. São 2 vias destinadas aos carros e de cada lado uma calçada para os pedestres que preferirem atravessá-la a pé.

Ponte das Correntes vista de Buda

5 – Em Buda e em Peste

Quem estiver do lado de Peste, verá em frente à entrada da ponte a Praça Roosevelt onde está o Palácio Gresham.

Vista do Palácio Gresham andando pela Ponte das Correntes

Vista de quem está atravessando a ponte de Buda para Peste

Quem estiver do lado de Buda, verá em frente à entrada da ponte a Praça Adam Clark onde fica o marco do quilômetro zero da cidade.

Chegando no lado de Buda pela Ponte das Correntes

6 – Os leões das entradas

Dizem que os enormes leões esculpidos em pedra por János Marschaiko não têm língua, mas o mais interessante é o fato de que, segundo se comenta, saindo de Peste os leões estão com uma fisionomia fechada e saindo de Buda – voltando para Peste – eles estão com uma fisionomia amigável agradecendo pela visita.

Leões da entrada da Ponte das Correntes

Esse fica de frente para quem vai de Peste para Buda

7 – Curiosidades históricas

  • A Ponte das Correntes teve um importante papel no surgimento da capital Budapeste. Foi o elo entre as duas cidades que possibilitou que se unissem e se tornassem uma só metrópole.
  • Foi local de manifestações importantes durante o período da Queda da Cortina de Ferro em 1989, é vista com um símbolo de independência.
  • Foi fortemente bombardeada pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial mas foi a primeira estrutura a ser recuperada após a guerra. Foi nessa obra que surgiram as áreas laterais para passagem dos pedestres.

Viram o quanto de informação podemos encontrar sobre uma atração turística? Com certeza a travessia da ponte fica bem mais interessante se estivermos cientes de alguns detalhes de sua história concordam?

Ponte das Correntes

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Budapeste · Europa

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